terça-feira, 6 de abril de 2010

Aula de História...


Hoje é terça feira e eu ainda estou com bastante sono, A primeira aula de hoje não é tão empolgante e eu vou seguir o conselho da Priscila e tentar postar pelo ao menos uma vez por semana, escrevendo um resumão...

Por aqui só chove, ta fazendo o maior frio aqui e isso me lembra que no rio o lance tá feio, fiquei preocupadão com vocês, esse final de semana eu só ralei, ainda estou muito feliz com a minha irmã e a minha namorada na mesa! Acredito mesmo que a vontade de Deus foi feita e isso é motivo para muita alegria! Estou a disposição de vcs amores!

Hoje eu to um pouco mal, acho que to gripado, mas estou feliz... vou voltar a comentar mais... tenho pensado muito no hinário evangélico, nos próximos posts eu vou falar mais sobre ele. Na tradição judaica o homem não começa a morrer quando fica velho ou doente, mas sim quando começa a se esquecer da sua história.

"A fim de implantar os ensinamentos metodistas nas mentes e memórias do povo, os irmãos Wesley, haviam, durante anos, incorporado o cântico de hinos nos seus serviços religiosos e haviam publicado dúzias de hinários e panfletos.
Cantar proporcionava aos crentes uma oportunidade para darem testemunho e compartilharem as suas experiências espirituais:
"O que temos sentido e visto, dizemos com confiança"."
Richard P. Heitzenrater

Não vamos deixar morrer a nossa história,
Abraços
Tiago Costa

4 comentários:

  1. Oi querido,

    espero que vc melhore logo. Mas qt ao assunto da história: Creio que temos que nos lembra da essencia da nossa história. Dos grupos pequenos, da prestação de contas, do louvor... não necessariamente com o hinário. Vejamos, os hinos cantados pelos chamados metodistas não eram exclusivos, eram hinos cantados na época por toda a congregação cristã, independente da denominação. Creio que deixamos muito tempo de lado (e ainda temos feito) o hábito de investir no louvor profissional, da mesma maneira como Charles Wesley investia. Hoje o que vemos em nossas igrejas é o esquecimento da área de louvor em detrimento da palavra ou da "tradição" que não sabemos se reflete realmente as origens do metodismo. Creio que fazemos parte de uma geração que deve primar pela excelência em todas as áreas da nossa Igreja, desde as crianças até a área de maior destaque. Temos que repensar nossa atuação, como jovens comprometidos, permeando toda a missão, contribuindo para que o novo de Deus aconteça quando olhamos para nossa tradição!

    beijos,
    Pri

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  2. Olá Tiago! Acho legal essa preocupação sua com relação a nossa história.

    "Não se pode andar para frente sem olhar para o retrovisor"


    Esquecer o hinário é jogar fora a nossa tradição, vou mais além é tradicionalismo.

    Tradição é diferente de tradicionalismo (acho que nem preciso esplanar isso aqui)

    Só lembrando uma coisa METODISTA preza pela centralidade da palavra do culto.

    Louvor é importante e bom, mais não enche barriga.

    Seremos novamente uma Igreja missionária, quando valorizarmos a nossa Tradição e voltarmos a prezar pela centralidade da palavra e vivermos o envagelho na sua essência.

    Abraços.

    Cristiano

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  3. Convesando com uma senhora da minha igreja, eu falei sobre a 'customização dos hinos', a mudança do ritmo para algo mais atual. Ela me falou que isso é matar o hino, mas para mim, é não deixar morrer letras que fariam grande diferença e que tocariam muitas vidas. São letras que falam sobre salvação, sobre a graça de Deus e Seu amor por nós. Muitos seriam impactados pelas letras do hinário, mas o ritmo em que é normalmente cantado não atrai! Mas devemos respeitar outras opiniões.
    Saudades de você.

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